sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Comentários: Adeus a The closer. Viva Major crimes

Ainda bem que o intervalo entre as séries longas está acabando. Não há muito o que comentar. As séries de verão estão muito bobas. Salvo as da HBO. The Newsroom critica esses tipo de noticiário que vem crescendo nas tvs., onde não se sabe o que é notícia, fofoca ou cometário com viés ideologico. The closer terminou com 21 episódios embora tenha sido anunciado 23. Demos adeus a Brenda Lee que foi trabalhar em outro lugar. Com o mesmo time Major crimes começou, realmente, como uma continuação. A equipe é boa e talvez segure algumas temporadas. Da mesma maneira que iniciou The closer temos a rejeição da chefe . Mas vai indo. Por sinal, a chefe não tem o mesmo carisma da atriz anterior, mas desempenha bem. Perception
Gostei da série. Gosto de séries que você acompanhe o episódio e tenha largas brechas para pensar em hipóteses. Até agora, ela vem suscitando um interesse. Além de ser mais uma série de investigação criminal, o “professor universitário” que é chamado para trabalhar na investigação é psicótico e nos faz pensar do que o que ele vê é real ou criação de sua imaginação. Common Law De todos esses seriados (entretenimento apenas) leve e risível, me parece o mais bem trabalhado. Parte de uma premissa absurda, parceiros de investigação policial tendo que participar de sessões terapêuticas de casais. Mas como um conjunto de 12 episódios, a primeira temporada passou sem deslizes e muita imaginação.

sábado, 18 de agosto de 2012

Em cena: Major crimes, ainda não vi, mas...

Enquanto The closer se arrasta para seu término, hoje eu li sobre uma continuação. Provavelmente, estarão presentes todos da equipe, com seus excelentes desempenhos. Transcrevo nota de Fernanda Furquim sobre a nova série, que deve agradar aos fãs da que termina. Spinoff de The Closer a nova série irá tratar das negociações e acordos que são feitos nos bastidores do sistema judiciário em relação aos condenados que escapam do corredor da morte ou de sentenças longas. A intenção é discutir o sistema judiciário americano e a forma como ele lida com a arte das negociações, bem como a relação que existe entre a polícia e a promotoria, quando eles se unem para conseguir uma condenação.

Duas séries da HBO

Voltamos. Durante o intervalo fiz algumas coisas e vi duas séries da HBO. Nada tem a ver a jovem que relata sua vida e das amigas em Girls com Sex and the city. Muito pelo contráreio, ela depende e mente para os pais, ainda não tem dinheiro. As amigas são inseguras e ela nem tem namorado de início. Ir às baladas, elas vão, mas se decepcionam. Tem mais fracasso do que sucesso na estória. Mas é a vida não? Nem todas as pessoas são bem sucedidas e felizes. Deixem entrar, para variar, a vida como ela é, repetindo Neolson Rodrigues. Vai ser interessante. Mas não percam The newsroom. Diante desse mar de baboseiras e mentiras que se tornaram a maioria dos noticiários, temos The Newsroom como um antídoto. A preocupação de informar ou mostrar posições contrárias nesta série deveria servir para os nossos jornais que cada vez mais entram na vida dos jornalistas. Na verdade, as noticias viraram entretenimento. Tudo é entretenimento, para divertir E tudo que é sólido se desmancha no ar... da alegria e da mentira bem dosada para que o inerte telespectador comente, sem tomar nenhuma atitude. Viva o Observatório da Imprensa (às terças, na TV Brasil).

Nada de muito novo: em cena

Período de verão nos EEUU e as poucas series (seriadas) veiculadas não vão bem das pernas. Muita comédia sem sentido, só para ver e esquecer. Bem, começo agora, quase um mes antes de voltar as series longas do outono-inverno. Mas não tem muito a dizer. Esperem. Eve

sábado, 23 de junho de 2012

No intervalo: séries que estão e que começam

The firm Achei o principio da temporada um pouco aborrecida, o roteiro não andava. Mas a partir do 13º. episódio vai numa avalanche. Ficou uma boa série, cheia de suspense e reviravoltas. Pode-se dizer que é uma boa série. Não sei se isso a levará a uma segunda temporada, mas valeu a pena esperar 13 episódios. Girls Nada tem a ver com Sex and the city. Toda vez que se coloca quatro ou cinco atrizes juntas em uma comédia, a propaganda da série quer fazer com que a audiência se lembre do sucesso de Sex and the city e pense que vai ser igual. Desolação. Girls trata de quatro ou cinco jovens recém-formadas e que vão morar em Nova York. Apartamentos pequenos, amigas morando junto. Também não é Friends, porque ali tratava da amizade como um meio de aceitar a diversidade e apoiar as aspirações do Outro. Girls não se pode dizer que opera com o fracasso, mas sim com uma geração que teve tudo nas mãos devido aos seus pais, uma geração que viveu experiências e prazeres cedo demais, que teve tudo enquanto estavam na família, mas que ainda não se encontrou. São mulheres de 22 a 25 anos que querem alcançar suas metas imediatamente, querem ter sucesso, realização no amor, tudo ao mesmo tempo, mas são muito imaturas emocionalmente. Acima de tudo, todas e todos os jovens, embora procurem se conhecer, são liberais demais quando se trata de sexo por sexo. Na procura ávida por um sucesso não se focam nem no sucesso nem no companheiro. E a vida vai aos trambolhões, rolando... A série é interessante, porque coloca a visão de mundo dos bem jovens, mas acho que vai ter muito corte quando passar aqui. Há muitas cenas de sexo explícito. A personagem principal é a autora do texto e tem 26 anos. Dá para ver o que vai dar. Talvez alcance o sucesso com a juventude. Não sei se chegará a envolver as outras gerações. Mas o que estou falando! Todos e todas são jovens atualmente... House of lies Embora seja uma série que trata da propaganda que constrói uma firma, empresa ou uma celebridade, a série é um salto para o presente de Mad men. Não seria sua continuação, mas lembra como a propaganda dos anos sessenta veio a se tornar amoral. Já aqui, ela começa sem valores e sem ética. Trata de um assunto sério, um dos mais sérios que vi na televisão, mas também revela os bastidores, e como se ganha dinheiro com as palavras. Difícil é não ficar atônito com esses bastidores competitivos, nos quais as pessoas competem no pior dos sentidos do que é uma competição, chegando a destruição, sem motivos. Sobreviver e ganhar muito dinheiro é o tema dessa série. Eve

sexta-feira, 15 de junho de 2012

No Intervalo II Mulheres desesperadas...

Finalmente, deve ter terminado a série ou irá terminar esta semana. Nas últimas 5 temporadas e com aquele lapso de tempo de 5 anos, os meninos viraram jovens, o filhote de Susan já estava bem grandinho. Mas nessas últimas temporadas, o criador perdeu a mão, talvez por causa do público ou deveres do canal e anunciantes. Muitas coisas aconteceram no solo e na sociedade norte-americana. Embora elas não fossem sinalizadas na série, o non-sense predominou. Assassinatos, policia, prisões, finalmente o julgamento de Bree, retomando aquela irmandade fiel com as amigas. Mas... entre um amor e as amigas, o amor prevalece. Diferente da ulima década do século XX. Enfim, tornou-se a série um novelão. Bree rejeitando um namorado? Mas depois aceitando. A engraçada, imatura e desastrada Susan, a desenhista de livros, passou uma fase como dona de casa, atriz pornô e tornou-se uma avó tradicional. . Lynette voltando para o marido, concordando em ser só esposa, enquanto se encontra com várias colegas, hoje vitoriosas e ricas. Filhos crescidos, a hesitação entre permanecer no subúrbio submissa a um marido instável economicamente e o convite que recebeu para dirigir uma empresa em Nova York, puro non-sense. Em um dado momento em que ele descobre sua hesitação fala: “Sei agora que faltava sempre algo para você ser feliz. E sempre faltará!” Lógico, ela nunca foi dona de casa, para pregar botão na camisa do marido. Livre dos filhos, todos crescidos, sib a benção final do marido, ela vai em busca do que lhe falta e em grande estilo: ser diretora da empresa em Nova York. Esse foi o caminho perdido de Lynette. Dirá o autor: nunca é tarde. Gaby tornando-se a mantenedora enquanto o “macho man” torna-se um ser doméstico, cuidando da casa. A troca de papéis, ainda bem que no final volta a um outro equilíbrio, os dois donos de um negócio. Mas Desperate housewives virou história da carochinha. No final, foram felizes para sempre... E para assegurar isso, o autor dá novo pulo para o futuro e mostra todas e todos muito bem na vida e felizes com seus netos. De qualquer maneira não dá para aceitar uma série que teve um começo tão forte em cima da “atual mulherzinha”para um final... tão desastroso, e todos foram felizes. Igual insucesso aconteceu com Nip-tuck, outra série que investiu na cirurgia plástica e desandou. América

Em cena Ainda bem, Mac!

Duas séries escolheram a morte dos seus protagonistas. Uma foi NCIS (no meio da temporada) e a outra foi CSI: New York. É sobre a última que quero tratar. O episódio me trouxe o suspense que eles queriam. Muito bem trabalhado, suspensão e revisão de vida. Para nós, do lado de cá da telinha (ou telona) ficavam as interrogações. Seria que a série iria terminar? Seria que iria continuar? Seria que novamente veríamos a dificuldade dos roteiristas e criadores em colocar uma mulher, Jo Danville (Sela Ward) no comando? Não seria bom, pois tentaram fazer o mesmo em CSI, colocando Cathy no lugar, mas não lhe deram as devidas falas. Para o trio criador, mulheres só em duplas com parceiros masculinos. Eu não gosto desse tipo de gancho no final de séries, a suspensão da ação por meses (para o Brasil, quase oito meses) para retomar na temporada seguinte. Apesar de ser Jo uma personagem (por causa da atriz) muito marcante, quase a gente (eu pelo menos) não sentiu a saída de Stela Bonasera, não creio que ela seria destinada a protagonista maior. Jo, por sua presença, tornou-se uma bela dupla com Mac. Os tiros vieram de um trio de ladrões de banco, pelo menos esquisita: dois jovens e um velho que não queria morrer no asilo, mas em casa. Daí o roubo a bancos! Bela fórmula para os aposentados de hoje seguir... Eve

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