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domingo, 8 de setembro de 2013

Entrelinhas: Uma excelente série policial

Realmente, os europeus sabem fazer um policial. Até agora, aplaudia as séries inglesas, mas assistindo pela +Globosat A ponte, que terminou nesta última sexta feira, fiquei realmente atônita como eles conseguem realizar uma narrativa limpa, equilibrada e que empolga. Já estava assistindo The bridge, produção norte-americana com grande curiosidade, também sabia que era um remake da série dinamarquesa. Mas zapeando um dia a grade de programação topei com o título A ponte, na +Globosat e resolvi assistir. Percebi imediatamente que era a produção escandinava, porque não entendia nada do que eles falavam. Acompanhando a série concluí que o seriado norte-americano, mesmo sendo uma boa adaptação, deixa muito a desejar. Talvez, pela escolha dos países, onde está a ponte entre EUA e México. E aí começam os estereótipos e os preconceitos. Talvez fosse melhor “colocar” esta ponte entre EUA e Canadá. (gostaria de ver tal comparação de culturas e hábitos) Os cenários são uma lástima, confusos, cheios de cores e muito barro. Pessoas terrivelmente pobres, muitas cores fortes,muitas pessoas caminhando nas ruas estreitas, enquanto pouco se vê do lado do Texas. A estória central é idêntica, mas as secundárias são bem diferentes. A trama se desenvolve após o encontro na ponte que liga México aos EUA de um corpo disposto bem na linha divisória. Dois detetives, um de cada região, vão se unir para fazer a investigação. No entanto, não será um crime fácil de encontrar o assassino e a investigação vai se desdobrando até envolver uma vingança. Muito bem armada, a trama vai abrindo um tabuleiro de xadrez em que cada peça, aparentemente, não se encaixa. Mas é importante chamar atenção para a detetive feminina Saga, na série escandinava, Sonya na norte-americana. Por sinal, elas, fisicamente, se parecem (basta ver as fotos). Saga/Sonya é uma mulher observadora, racional que não tem muita habilidade nas relações pessoais. É ela a principal personagem. Creio que os criadores quiseram chamar atenção para Saga/Sonya porque ela aparece como uma personagem um pouco difícil de engolir e a partir do desenvolvimento narrativo, a gente entra na ação através de suas deduções. Arguta, muito inteligente, a forma de caracterizá-la na série da América é colocá-la em várias sequencias relacionadas a sexo e namoro (testando sua afetividade). Diferente da escandinava, a série que é um remake (não existe mais criatividade!) usa e abusa de chefes de drogas e de sexo. E haja mortes, drogas e prostitutas. Mundo muito diferente da “limpa” Bron/Broen. The bridge já está sendo exibida na FX. Querendo saber mais vejam entre outros sites os seguintes: http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/tag/broen/ http://www.bitsmag.com.br/novobits/cultura/seriado-the-bridge-ja-tem-remake-encomendado-pelo-canal-americano-fx.html

sábado, 29 de junho de 2013

Comentários Os seriados curtos estão voltando???...

Já não se sabe pela tv paga quando termina ou começa uma temporada de séries. Embora sejam canais ligados a produção de séries, as férias intermináveis dos assinantes criaram esses longos intervalos e....... uma má vontade de assisti-las. Por exemplo, começam um mês depois de passar nos EUA, portanto final de outubro ou novembro, aí tem interrupção para Natal e logo embala com as férias de verão. Resultado episódios novos só depois do Carnaval quando parece que vão engrenar. Nada! Vêm as férias de julho!!! E aí começam os últimos episódios que terminam em agosto ou setembro. Conclusão: Quase não se assiste os seriados curtos de 10 ou 13 episódios e que são muito interessantes. Vale a pena pagar tão caro por tv paga para ter series picotadas, perdendo a pouca unidade que elas já têm? Ando revoltada. Será que as pessoas não se dão conta???

sábado, 19 de janeiro de 2013

Em cena: Ainda em férias

Assim como as tv brasileiras entraram em férias e o carnaval já está na porta, também tiramos férias. As repetições dos episódios não valem comentários novos. Mas fiquei com pena porque a segunda temporada de HOMELAND passou completamente desapercebida, e acho que valia a pena um comentário. meses atrás comentei PERCEPTION e ainda está passando. nada de novo no front e nós nos recolhemos para pensar um pouco. Afinal, as séries viraram apenas lazer. Nada a comentar. Exceto ELEMENTARY que apesar de um pouco louca, ainda dá curiosidade. Eve

sábado, 15 de dezembro de 2012

Elementar, caro Watson !

A safra de seriados deste ano, a longa temporada, na tv paga brasileira está bastante fraca. Anda faltando criatividade, a volta a criações do século XIX, já remodelados é a tônica deste ano. As séries das tvs abertas voltam-se para a comédia leve (levíssima) e as tramas não trazem críticas, mas se transformam em focar os amores jovens e suas possíveis (e comportadas) rebeldias diante da sociedade. Quanto às séries mais séries, são desastrosas, exceto aquelas que são remanescentes dos anos 2000 . Mas mesmo a série CSI, como mesmo avisaram, virou pessoal. Isto quer dizer que cada caso tem a ver com uma pessoa da equipe. Por que isso? Das novas, o caso da série ELEMENTARY (Sherlock e Watson) é uma adaptação deplorável. Primeiro, o conservadorismo está tão grande que Watson virou uma mulher (mostra que não há possibilidade de se falar em homossexualismo). Sherlock virou um excêntrico drogado, que vive escutando as variadas chamadas da polícia! Note-se que o ópio e heroína que eram usados no século XIX, passam agora a ser o grande foco de condenação, daí a existência de uma médica acompanhante! A família (que era secundária) passa a ser o grande pano de fundo e o pobre Sherlock tem um comportamento completamente maluco. Não há como encontrar uma relação entre a criação de Conan Doyle e este atual. Não seria mais interessante apenas fazer uma referência de que o seriado tem inspiração no grande observador detetive do século XIX? Com tantas formas de pesquisa do criminoso, com tantos csis e detetives, a cidade de Nova York ainda precisaria de um Sherlock? PS Estava buscando uma imagem para o comentário quando me deparei com uma crítica que vale colocar nesta página.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Em cena Agua abaixo THE MENTALIST E CASTLE

Período ruim para séries policiais. Aquelas que vieram do inicio de 2000 ainda dominam em inovações e tramas. As novatas The mentalist, Castle, Rizolli and Isles tornam-se cada vez mais estórias de personagens, e pouco, muito pouco de investigação. Procurando alcançar a “alegria” e o simples e reles “divertimento” elas não conseguem acompanhar um caso e apesar de trechos cômicos, não conseguem também dar vida mais complexa aos seus personagens. E o público vai ficando mais horizontal, mais bobo. Comédia é comédia, investigação criminal exige especialistas. Nessa bagunça de gêneros do nosso momento atual, tudo se consome como lixo, como um momento fora de nossas agruras (e estresses) cotidianos, mas nos deixando cada vez mais bobos diante da tv. Será que esta é cabeça da “juventude” que nós queremos?

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

No intervalo: Elas estão chegando...

Noticia boa. As longas temporadas das séries norteamericanas estão chegando no Brasil. No final do mês teremos as novas temporadas e novas séries. Algumas já comecei a assistir. Alguns episódios eletrizantes, como sempre. os primeiros episódios excelentes, o meio razoável e os ultimos, muito bons. Vale a pena sinalizar que o canal GNT resolveu tomar coragem e apresentar a série, em versão brasileira, de In treatment que se tornou Sessão de terapia. Gostei demais dos primeiros episódios. Diálogos rápidos, muito próximo da versão norteamericana. Vamos ver se continua assim e não cai no melodrama das novelas. É lógico que irei comentar e comparar a versão brasileira e a versão norteamericana. E Major crimes vai melhorando. Quem gosta de policial também deve ver Vera, produção inglesa. É muito bom. Vamos a proxima semana.
Eve

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Em cena: breve

As temporadas das novas séries estão chegando. òtimo! Foi um longo período, o verão dos EUA, sem boa produções. Nada de novo, tudo copiado ou copideskado. Mas a mediocridade imperou. Muitas e muitas comédias... mas foram pelo ralo. Desta temporada curta pouco restou e pouco se espera para ver de novo. Voltaremos a nos comunicar em outubro, quando já teremos novos episódios das séries da longa temporada. Eve

sábado, 8 de setembro de 2012

Comentários a esmo: Damages

A ultima temporada de Damages vem aí. São 10 episódios apenas. Mas me pergunto O que fizeram da série Damages? Ela começou muito boa, na primeira temporada, não havia a polarização entre bem e mal ou melhor advogada perversa e advogada boazinha. Havia manipulação, mas o que os roteiristas e produtores andam fazendo com Patty Hayes ( Glenn Close) está demais. Talvez agora a série esteja ao gosto do público que quer apenas se divertir. Lógico que a narrativa ainda não é linear nem cronológica, mas talvez desperte interesse de audiência quando se trava uma “guerra” entre as advogadas. Vamos ver ao que esse “rebaixamento” vai levar. Eve

sábado, 18 de agosto de 2012

Nada de muito novo: em cena

Período de verão nos EEUU e as poucas series (seriadas) veiculadas não vão bem das pernas. Muita comédia sem sentido, só para ver e esquecer. Bem, começo agora, quase um mes antes de voltar as series longas do outono-inverno. Mas não tem muito a dizer. Esperem. Eve

sábado, 23 de junho de 2012

No intervalo: séries que estão e que começam

The firm Achei o principio da temporada um pouco aborrecida, o roteiro não andava. Mas a partir do 13º. episódio vai numa avalanche. Ficou uma boa série, cheia de suspense e reviravoltas. Pode-se dizer que é uma boa série. Não sei se isso a levará a uma segunda temporada, mas valeu a pena esperar 13 episódios. Girls Nada tem a ver com Sex and the city. Toda vez que se coloca quatro ou cinco atrizes juntas em uma comédia, a propaganda da série quer fazer com que a audiência se lembre do sucesso de Sex and the city e pense que vai ser igual. Desolação. Girls trata de quatro ou cinco jovens recém-formadas e que vão morar em Nova York. Apartamentos pequenos, amigas morando junto. Também não é Friends, porque ali tratava da amizade como um meio de aceitar a diversidade e apoiar as aspirações do Outro. Girls não se pode dizer que opera com o fracasso, mas sim com uma geração que teve tudo nas mãos devido aos seus pais, uma geração que viveu experiências e prazeres cedo demais, que teve tudo enquanto estavam na família, mas que ainda não se encontrou. São mulheres de 22 a 25 anos que querem alcançar suas metas imediatamente, querem ter sucesso, realização no amor, tudo ao mesmo tempo, mas são muito imaturas emocionalmente. Acima de tudo, todas e todos os jovens, embora procurem se conhecer, são liberais demais quando se trata de sexo por sexo. Na procura ávida por um sucesso não se focam nem no sucesso nem no companheiro. E a vida vai aos trambolhões, rolando... A série é interessante, porque coloca a visão de mundo dos bem jovens, mas acho que vai ter muito corte quando passar aqui. Há muitas cenas de sexo explícito. A personagem principal é a autora do texto e tem 26 anos. Dá para ver o que vai dar. Talvez alcance o sucesso com a juventude. Não sei se chegará a envolver as outras gerações. Mas o que estou falando! Todos e todas são jovens atualmente... House of lies Embora seja uma série que trata da propaganda que constrói uma firma, empresa ou uma celebridade, a série é um salto para o presente de Mad men. Não seria sua continuação, mas lembra como a propaganda dos anos sessenta veio a se tornar amoral. Já aqui, ela começa sem valores e sem ética. Trata de um assunto sério, um dos mais sérios que vi na televisão, mas também revela os bastidores, e como se ganha dinheiro com as palavras. Difícil é não ficar atônito com esses bastidores competitivos, nos quais as pessoas competem no pior dos sentidos do que é uma competição, chegando a destruição, sem motivos. Sobreviver e ganhar muito dinheiro é o tema dessa série. Eve

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Em cena Ainda bem, Mac!

Duas séries escolheram a morte dos seus protagonistas. Uma foi NCIS (no meio da temporada) e a outra foi CSI: New York. É sobre a última que quero tratar. O episódio me trouxe o suspense que eles queriam. Muito bem trabalhado, suspensão e revisão de vida. Para nós, do lado de cá da telinha (ou telona) ficavam as interrogações. Seria que a série iria terminar? Seria que iria continuar? Seria que novamente veríamos a dificuldade dos roteiristas e criadores em colocar uma mulher, Jo Danville (Sela Ward) no comando? Não seria bom, pois tentaram fazer o mesmo em CSI, colocando Cathy no lugar, mas não lhe deram as devidas falas. Para o trio criador, mulheres só em duplas com parceiros masculinos. Eu não gosto desse tipo de gancho no final de séries, a suspensão da ação por meses (para o Brasil, quase oito meses) para retomar na temporada seguinte. Apesar de ser Jo uma personagem (por causa da atriz) muito marcante, quase a gente (eu pelo menos) não sentiu a saída de Stela Bonasera, não creio que ela seria destinada a protagonista maior. Jo, por sua presença, tornou-se uma bela dupla com Mac. Os tiros vieram de um trio de ladrões de banco, pelo menos esquisita: dois jovens e um velho que não queria morrer no asilo, mas em casa. Daí o roubo a bancos! Bela fórmula para os aposentados de hoje seguir... Eve

sexta-feira, 11 de maio de 2012

AS HERDEIRAS DE OLIVIA : Em cena

Durante a década de noventa, o tipo físico e a configuração emocional das policiais investigativas eram muito semelhantes a Olivia Benson, de Law & Order: SVU. Pessoas altas, com físico bem definido, independentes e pensantes. Seus vestuários eram clássicos, uma conjunto casual, com blusas de cortes diferentes, mas sempre próprios para uma trabalho, no qual tinham que correr, pular cercas, conter criminosos ou entrevistar vítimas, sem que seu corpo ou vestuário chamassem atenção para que o antagonista dissesse uma “gracinha”sexual. Nos anos de 201 até mais ou menos 2010, além de vermos decrescer o número de mulheres como personagens principais,ou parceiras , também vimos a mudança do visual. Quiseram aproximar as inverstigadoras das mulheres de Sex and the city. Foi um desastre. Daí, em 2010 (acho que a direção e orientação das séries é de uma década)recomeçaram a recompor a figura da investigadora: firme, independente, inteligente. Pouca caisa restou da fragilidade emocional introduzida na década anterior. Assim, são bem vindas Carry Wells, de Unforgatable, Jane Timoney, de Prime Suspect, e mesmo comptíveis/incompatíveis Jane e Mauram de Rizolli & Isles. A susbstituição de Cathy em CSI foi por outra mulher semelhante, madura e independete da mesma maneira que aconteceu em CSI:New York. Ótimo que as moças frágeis , consumistas , fofoqueiras e que pensam apenas sobre seu umbigo e como agarrar um homem ficaram para as comédias. Viva as séries policiais. Eve

domingo, 1 de abril de 2012

Comentários: Prime suspect




Os canais da tv paga brasileira estão loucos. Ao querer acertar a programação daqui, que não conseguem, estão atrasando demais os episódios das séries. Não se sabe mais quais as séries de verão ( de 12 e 13 episódios) e quais as séries longas (fall season). Muitas séries iniciadas em setembro, outubro de 2011 estão na fila, esperando... Começarão em maio? Quando o ano daqui será respeitado? Quando as operadoras vão respeitar os telespectadores, que não "obedecem" a sociedade de consumo, que transforma o lazer (em viagens obrigatórias, basta um final de semana mais prolongado)?
Vocês perceberam que os canais começaram em novembro e em janeiro começaram a reprisar os episódios já visto e só enfiaram os novos episódios depois de uma semana depois do término do carnaval.
Assim, as séries estão emboladas. Uma série como The protector vem passando dois episódios por semana, The firm que já está no meio nos EE.UU começa agora. Harriet's Law nem pensa em começar a segunda temporada, Unforgatable está ocupando dois espaços nobres! E Prime suspect, a terceira série que tem como protagonista uma mulher nem existe propaganda.
Não é que ela seja excepcional, mas escrita por uma mulher (Alexandra Cunningham) delinea a protagonista Jane Timoney muito bem. Uma mulher inteligente, esperta, de atitudes fortes, raciocínio brilhante, transforma para o bem ou para o mal um departamento de homicídios de New York, totalmente integrado por homens. Os casos são bons, são sérios e aparece bem delineada a hostilidade entre Jane e um dos detetives.
Diz a Wikepedia que a série é baseada na homônima, desenvolvida na Inglaterra, nos anos noventa, precisamente de 1991 a 2006, com a excelente Helen Mirren. Mas não é verdade, pode até ser inspirada, porém passa longe da britânica. Adaptada aos Estados Unidos, ela não traz a força da guerra nas relações de gênero, nem toca nos pontos ou temas tocados antes (aborto, namoro interracial, e a protagonista não é a chefe do departamento). Maria Bello, mulher esguia e figura delicada aparece como a personagem ideal para representar a mulher independente.
Eve

domingo, 25 de março de 2012

Em cena: Mais uma vez, o adeus a Cathy Willow

Poucas vezes em um seriado, vi tanto respeito aos personagens principais que saem de cena. E nesse caso se encontra CSI (Las Vegas). Os roteiristas preparam a saída do personagem com muito cuidado, como aconteceu com Warrick. O assassinato dele estava relacionado a uma investigação da polícia. Usaram dois episódios, o último de uma temporada e o primeiro (sem sua presença) da seguinte. Agora, foi a vez de Catherine Willow. Saindo no meio da temporada, houve tempo para construir um enredo que durou mais ou menos 3 episódios , completando sua atuação na série. (Comentarei depois os episódios 1211 e 1212). Vivendo por doze anos a mesma personagem, ela, a mãe solteira que tinha uma filha de sete anos, agora uma moça na universidade e fora de casa, Willow sente-se só e apesar de algumas tentativas de namoro, pelo seu perfil e temperamento nenhum dá certo. Convidada (grande saída) para trabalhar no FBI, devido ao caso que investigou e desvendou, ela aceita.
Esta é a estorinha. Mas creio que CSI vinha perdendo força, com a saída de alguns personagens e nem mesmo a volta de Sara Sidle, que sem a presença de Grisson, não tem mais chance de ter diálogos profundos. No caso de Cathy, tornando-se chefe com a saída de Grissom, os roteiros não a impuseram como chefe e retiraram dela a sua especialidade na trajetória de sangue na cena do crime. Nem vou falar que na visão machista dos CSIs, apenas um homem pode comandar e não foi por acaso que um médico iniciante tomou todas as cenas por duas temporadas. Agora, o par, Cathy e Russell estavam se dando bem, formando um bom par de investigação. E por que tiraram Willow? As marcas da maturidade já estavam bem visíveis, quase não havia close e quanto eles apareciam mostravam que Cathy Willow tinha envelhecido. Daí, encontrar outra atriz para substituí-la. É isso mesmo. Na tv e no cinema, a atriz tem um tempo de validade. Para determinados papéis ela terá que estar em plena juiventude até os 40 anos. Aos 50 (Marg Helgenberg nasceu em 1958) são destituídas de seus papéis principais.
Eve

quinta-feira, 15 de março de 2012

Comentários a esmo: Enfim, estamos voltando cada vez mais desanimadas

Voltamos à cena novamente. Os canais de tv paga estão enlouquecendo os fãs de seriados.
Em primeiro lugar eles partem ao meio os seriados do outono norteamericano. Começam um mes depois, em outubro e suspendem na semana de natal. Até ai muito bem, mas descaradamente ficam repetindo durante os meses de janeiro e fevereiro os mesmos episódios, porque é o período de verão e férias no Brasil. E quem paga essa malandragem? Será que as pessoas que ficam no Brasil podem suspender a assinatura durante esses dois meses?
Bem, estamos em meado de março, o Carnaval já passou e a continuação dos seriados ainda não recomeçou (só poucos canais colocaram episódios novos) O mais interessante é que os mesmos já estão entrando na reta final nos EEUU.
Temos sugestões: Que tal se os canais veiculassem aos seriados curtos que passam do lado do norte na época do verão? E começassem, bem atrasados, mas com continuidade, as séries longas?
Estou revoltada!!!

Eve Blanche

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Modern family ???

Segundo uma informação de uma minha amiga, até o presidente resolveu ser garoto-propaganda de seriados. Aproveito o mote para um comentário rápido sobre as séries citadas:
"Obama fala sobre as séries de TV de que mais gosta. Nesse caso, ele e sua família não costumam chegar a um acordo. O único seriado que todos assistem juntos é o humorístico “Modern family”. Fora esse, Obama revela que tem preferências “um pouco mais sombrias”. O chefe de estado conta que seus favoritos são “Boardwalk Empire” e “Homeland” e a primeira-dama confirma a divergência de gostos: - É verdade, nós, as meninas e eu, não vemos televisão com ele - admite Michelle Obama, também rindo."
São nomeadas três séries: uma de tv aberta, "Modern Family", que já ganhou prêmios e ainda vai ganhar. Trata-se da família extensa (em contraposição a família nuclear) e duas situações singulares: a domesticação dos gays (que formam uma família igual a heterossexual) bem como não pode existir nenhuma mulher idosa. Assim, o "patriarca" cria sua segunda família com uma mulher (metade da idade dele) que já traz a sua bagagem: um filho. Acomoda-se tudo e não cria conflitos com a audiência.
As outras duas séries vêm de canais pagos e ambos questionam a sociedade norteamericana. Não há como uma pessoa gostar de "Modern family" e das outras ao mesmo tempo. negociações do presidente... Nem vou comentar a posição da primeira-dama. Creio que ela foi mais verdadeira(?), omitindo títulos.
Em breve comentarei as duas. Estou assistindo agora "Homeland", mas deixa terminar a primeira temporada.
Eve

domingo, 13 de novembro de 2011

Comentário a esmo (II)





Simplesmente, não consigo entender como as novelas atuais "involuíram" depois de se chegar ao ponto de produzir Dancing days de 1978. Novela velhinha? Mas mesmo assim, atualíssima. Mas estamos produzindo novelões, assim como o país que mais produz séries está dando enfase a comédias e sit-coms sem sentido, idealizadas ou então funcionando como lavagem do cérebro para famílias harmoniosas, mulheres felizes em seus papéis de mães. Nem mais dramas(?) policiais investigativos estão fora dessa fúria de incutir que tudo se resolve com e na familia.
Em breve, pessoas que passaram dos 49 anos podem aguentar assistir canis abertos ou fechados!
Ando indignada com o menosprezo a uma grande população que tem como alternativa ficar assistindo tv à noite ou em parte do final de semana. (Salva-se ainda a Universal, sem propaganda)

Comentários a esmo (I)

Porque não consigo assistir as novelas atuais e vai acontecer o mesmo com as séries norte-americanas

Assistindo, ontem, a um documentário sobre o desenvolvimento da Rede Globo e do seu diretor e dono Roberto Marinho, foram apresentadas cenas das primeiras novelas da década de setenta e oitenta e percebi como eram diferentes as novelas daquela época das de hoje e só me deu certeza de que a Globo, seguindo a Tupi e a Excelsior, tinham as temáticas que abriram veios muito avançados, de questionamento e sérios, bem diferente do momento atual quando as temáticas estão a reboque do cotidiano e de inserções (às vezes equivocadas)didáticas. Novelas como Irmãos coragem, Selva de pedra e para mim a mais inovadora Dancing Days (1978), de Gilberto Braga. Os temas mostravam a realidade e ia mais adiante. Como se podia criar uma personagem principal como uma menina de classe média rebelde e marginal (usava drogas, mãe solteira aos 15 anos) e que após passar 10 ou mais anos na prisão, voltava a viver e conseguia tornar-se o centro das atenções de uma sociedade abastada?
Vivia-se naquela época, podia-se ir à fundo nos problemas das classes e mostrar os defeitos. Em Dancing days não havia heroína nem personagens perfeitos, não havia gente do bem ou do mau, todos eram imperfeitos e tentavam seu lugar ao sol.
Schumacher, diretor norte-americano, em uma entrevista afirma que criar estórias com pessoas perfeitas é muito chato. Concordo.
Ainda bem que não só vivenciei este momento e depois não agüentei mais as “novelitas” que vieram nos anos noventa.
Da mesma forma, as séries norte-americanas foram vivas e sérias nos anos noventa, mas agora, provavelmente pela derrocada econômica da maioria de sua audiência, as comédias sem sentido ou que focam famílias (adoráveis e idealizadas) têm mais audiência do que series dramáticas.
Falarei sobre isso, em breve.

sábado, 24 de setembro de 2011

NO INTERVALO II

Postado por Eve

Realmente, hoje fique alegre. Começam a chegar temporadas da Fall season e algumas prometem:
The protector parece-me ótima, no que diz respeito a uma polcial , mãoe solteira, com dois filhos pequenos. A narrativa é boa, mas ela não tem problemas com os filhos, não tem que deixar com uma babá, nem creches, nem nada. Justamente, ela tem um irmão, digo irmão, desempregado que a ajuda.
É assim que as séries vão tratar as mãos e as divorciadas? Alguém tem que cuidar dos filhos e então invertem-se os papéis? Dirão que não, pois ele é um irmão. Mas será que é o homem, quase sempre desempregado, que se torna babá para a mulher ter uma carreira?
Isso vem acontecendo em algumas séries.
Acho um desrespeito à mulher, porque retiram a dupla ou tripla jornada. Se querem realismo, tentem tratar da dupla jornada!
Não querem realismo e porque não retratam isso?

sábado, 17 de setembro de 2011

Estréias das séries nos EEUU

Estréias em 2011 nos EEUU

Setembro
04 de Setembro
Lost Girl (estreia da 2ª temporada)
06 de Setembro
Sons Of Anarchy (estreia da 4ª temporada)
08 de Setembro
Burn Notice (final da 1ª parte da 5ª temporada)
Suits (final da 1ª temporada)
13 de Setembro
Ringer (estreia da série)
90210 (estreia da 4ª temporada)
Parenthood (estreia da 3ª T)
14 de Setembro
H8R (estreia da série)
H8R (estreia da série)
Up All Night (estreia da série, que passa para seu dia normal em 21/9)
Free Agents (estreia da série, que passa para seu dia normal em 21/9)
Necessary Roughness (final da 1ª temporada)
15 de Setembro
The Secret Circle (estreia da série)
The Vampire Diaries (estreia da 3ª temporada)
It’s Always Sunny In Philadelphia (estreia da 7ª T)
18 de Setembro
Heartland (estreia da 5a T)
Downton Abbey (estreia da 2ª T)
19 de Setembro
Castle
Two and a Half Men (estreia da 9ª T)
How I Met Your Mother (estreia da 7ª T)
Havaí 5-0 – remake (estreia da 2ª T)
Two Broke Girls (estreia da série com novos episódios a partir de 26/9)
The Playboy Club (estreia da série)
20 de Setembro
Glee (estreia da 3ª temporada)
New Girl (estreia da série)
Raising Hope (estreia da 2ª temporada)
Body of Proof (estreia da 2ª temporada)
NCIS (estreia da 9ª Temporada)
NCIS: LA (estreia da 3ª temporada)
Unforgettable (estreia da série)
Workaholic (estreia da 2a. Temporada)
21 de Setembro
The Middle (estreia da 3ª temporada)
Modern Family (estreia da 3ª temporada)
Revenge (estreia da série)
Criminal Minds (estreia da 7ª temporada)
CSI (estreia da 12ª temporada)
Harry’s Law (estreia da 2ª T)
Law & Order: SVU (estreia da 12ª temporada)
The X-Factor (estreia da série)
Blue Mountain State (estreia da 3ª temporada)
22 de Setembro
Grey’s Anatomy
Charlie’s Angels (estreia do remake da série)
The Big Bang Theory (estreia da 5ª temporada)
The Mentalist (estreia da 4ª temporada)
Person of Interest (estreia da série)
Community (estreia da 3ª T)
Parks and Recreation (estreia da 3ª T)
The Office (estreia da 8ª T)
Whitney (estreia da série)
Prime Suspect (estreia da série)
23 de Setembro
Nikita (estreia da 2ª Temporada)
Supernatural (estreia da 7ª temporada)
Fringe (estreia da 4ª Temporada)
A Gifted Man (estreia da série)
CSI: NY (estreia da 8ª temporada)
Blue Bloods (estreia da 2ª temporada)
24 de Setembro
Rules of Engagement (estreia da 6ª temporada)
25 de Setembro
Boardwalk Empire (estreia da 2a temporada)
Pan Am (estreia da série)
Desperate Housewives (estreia da 8ª e última temporada)
Os Simpsons
The Cleveland Show (que entra em seu horário normal no dia 30/10)
American Dad
Uma Família da Pesada
The Good Wife (estreia da 3ª temporada)
CSI: Miami (estreia da 10ª temporada)
26 de Setembro
Hart of Dixie (estreia da série)
Gossip Girl (estreia da 5ª temporada)
Terra Nova (pré-estreia da série, que entra em seu horário normal no dia 3/10)
Mike and Molly (estreia da 2ª temporada)
Being Erica (estreia da 4ª temporada)
28 de Setembro
Suburgatory (estreia da série)
Happy Endings (estreia da 2ª temporada)
29 de Setembro
Private Practice
How To Be a Gentleman (estreia da série)
Previsto para Setembro
The Fades (estreia da série)
This Is Jinsy (estreia da série)
Outubro
02 de Outubro
Hung (estreia da 3a temporada)
How To Make It in America (estreia da 2a temporada)
Dexter (estreia da 6ª Temporada)
Homeland (estreia da série)
03 de Outubro
House (estreia da 8ª temporada)
05 de Outubro
American Horror Story (estreia da série)
06 de Outubro
The League (estreia da nova temporada)
10 de Outubro
Enlightened (estreia da série)
Bored to Death (estreia da 3a temporada)
11 de Outubro
Last Man Standing (estreia da série)
12 de Outubro
Psych (estreia da 6a. T)
16 de Outubro
The Walking Dead (estreia da 2ª T)
18 de Outubro
Man Up! (estreia da série)
21 de Outubro
Boss (estreia da série)
Grimm (estreia da série)
Chuck (estreia da última temporada)
23 de Outubro
Once Upon a Time (estreia da série)
Previsto para Outubro
Borgias (estreia da minissérie)
Sanctuary (estreia da 4a. T)
Novembro
01 de Novembro
Covert Affairs (estreia episódios da 2ª temporada)
03 de Novembro
Bones (estreia da 7ª temporada)
Burn Notice (estreia dos novos episódios da 5ª T)
06 de Novembro
Hell on Wheels (estreia da série)
23 de Novembro
I Hate My Teenage Daughter (estreia da série)
27 de Novembro
Leverage (novos episódios da 4ª temporada)
28 de Novembro
Rizzoli & Isles (novos episódios da 2ª temporada)
The Closer (novos episódios da 7ª temporada)

Fonte: http://alldownloadsnet.blogspot.com/

Tomara que os canais pagos sigam essa ordem e não o calendário brasileiro, pois no ano passado houve um vácuo entre novembro e março dificil de se engolir pois é uma televisão paga e a maioria dessas series passam em televisões abertas nos EEUU. Aceito até que repitam episódios nas festas do final do anoe no carnaval, mas ficar refem de uma audiencia que viaja (horrível) no inverno (UPA!!!) pras Oropas, não dá.Então quem fica por aqui deveria ter um pagamento menor, pois só temos programações horríveis.
Minha sugestão é que suspendam o seriado e passem as series de 12 a 15 episódios produzidos para o verão norteamericano.
E não me venham criar disputar com horário nobre, das 21 as 23 horas. Estão embolando tudo. Espero que o dinal de 2011 e o principio de 2012 eles reflitam e não façam competição. Nós somos apenas repetidores.

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