sexta-feira, 5 de outubro de 2012
No intervalo: Elas estão chegando...
sábado, 23 de junho de 2012
No intervalo: séries que estão e que começam
sexta-feira, 15 de junho de 2012
No Intervalo II Mulheres desesperadas...
Finalmente, deve ter terminado a série ou irá terminar esta semana. Nas últimas 5 temporadas e com aquele lapso de tempo de 5 anos, os meninos viraram jovens, o filhote de Susan já estava bem grandinho.
Mas nessas últimas temporadas, o criador perdeu a mão, talvez por causa do público ou deveres do canal e anunciantes. Muitas coisas aconteceram no solo e na sociedade norte-americana. Embora elas não fossem sinalizadas na série, o non-sense predominou. Assassinatos, policia, prisões, finalmente o julgamento de Bree, retomando aquela irmandade fiel com as amigas. Mas... entre um amor e as amigas, o amor prevalece. Diferente da ulima década do século XX.
Enfim, tornou-se a série um novelão. Bree rejeitando um namorado? Mas depois aceitando. A engraçada, imatura e desastrada Susan, a desenhista de livros, passou uma fase como dona de casa, atriz pornô e tornou-se uma avó tradicional. . Lynette voltando para o marido, concordando em ser só esposa, enquanto se encontra com várias colegas, hoje vitoriosas e ricas. Filhos crescidos, a hesitação entre permanecer no subúrbio submissa a um marido instável economicamente e o convite que recebeu para dirigir uma empresa em Nova York, puro non-sense. Em um dado momento em que ele descobre sua hesitação fala: “Sei agora que faltava sempre algo para você ser feliz. E sempre faltará!” Lógico, ela nunca foi dona de casa, para pregar botão na camisa do marido. Livre dos filhos, todos crescidos, sib a benção final do marido, ela vai em busca do que lhe falta e em grande estilo: ser diretora da empresa em Nova York. Esse foi o caminho perdido de Lynette. Dirá o autor: nunca é tarde. Gaby tornando-se a mantenedora enquanto o “macho man” torna-se um ser doméstico, cuidando da casa. A troca de papéis, ainda bem que no final volta a um outro equilíbrio, os dois donos de um negócio.
Mas Desperate housewives virou história da carochinha. No final, foram felizes para sempre... E para assegurar isso, o autor dá novo pulo para o futuro e mostra todas e todos muito bem na vida e felizes com seus netos.
De qualquer maneira não dá para aceitar uma série que teve um começo tão forte em cima da “atual mulherzinha”para um final... tão desastroso, e todos foram felizes. Igual insucesso aconteceu com Nip-tuck, outra série que investiu na cirurgia plástica e desandou.
América
sexta-feira, 8 de junho de 2012
No intervalo I: Esposas desesperadas?
Quando a série começou nos idos dos anos 2004/2005, de início gostei do tema porque ela tinha uma crítica sutil aos casais, moradores dos subúrbios norte-americanos. Situado em algum espaço, provavelmente próximo a várias cidadezinhas iguais, o criador (Marc Cherry)e seus roteiristas criaram uma forma inusitada de unir os episódios fragmentados: a morte de uma esposa, bem casada, bem resolvida na vida. Seria ela do além que iria analisar a vida tediosa e rotineira de suas amigas.
Marc Cherry já tinha sentido o suave odor da glória quando roteirista da excelente comédia As supergatas (The Golden girls, 1985-1992) série que tratava da vida diária de 4 amigas, idosas, entre 50 e 62 anos.
Marc Cherry sabia, portanto, construir muito bem uma linha de enredo onde podia colocar mulheres casadas e divorciadas, classe média e que tivessem comportamentos diversificados.
A baratinada, imatura emocionalmente e desastrada mulher (Susan) que divorciada, completava sua renda ilustrando livros infantis e que tinha uma filha adolescente bem mais madura do que ela em ações e situações.
A mulher (Bree) que se identificou tanto com o papel de esposa e rainha do lar, que nem sabia por onde seu marido - bem colocado na vida - andava nem como estavam os seus desejos sexuais. Também a dona de casa ideal nem sabia o que se passava com seu lindo casal de filhos adolescentes. Ela era a melhor dona-de-casa, que tinha o melhor jardim da redondeza e seus jantares eram divinos para os vizinhos. Era a criação do modelo ideal para se revisitar: a situação da mulher que vivera até os anos cinquenta/sessenta do século XX, e que nem mais passa pela cabeça das atuais mulheres de classe média, com tantas modificações da sociedade, com o auxílio do feminismo, nesses últimos 50 anos.
Tinha, ainda, a mulher inteligente, executiva (Lynette) que tinha caído na armadilha do casamento, e que em cinco anos tornou-se mãe de quatro filhos, inclusive de gêmeos endiabrados. Como ela diz no episódio piloto. Em cinco anos, ela ficara presa a quatro filhos! Seu marido continuava a trabalhar, mas ela não, embora tivesse excelentes ideias de empreendedorismo.
Finalmente, tinha o casal latino. Ele riquíssimo (só assim aceito?) e ela (Gabrielle) ex-modelo, mimada e lindíssima.
A trama era ótima e a estratégia da narração por uma amiga morta conseguia evidenciar as críticas dessa sociedade com humor, riso e ridículo. Sociedade-comunidade na qual os homens viviam seus trabalhos fora da clausura e as mulheres eram represadas em pequenas comunidades.
No entanto, apesar de ganhar prêmios na primeira temporada(considerada drama) e mesmo na segunda (tratada como comédia), alguma coisa degringolou e não só tornou-se uma série chata (apesar do belo tratamento cênico) como chegou ao non-sense. Tornou-se um novelão.
Veremos o final da série depois. Não quero adiantar a conclusão aos seus queridos fãs.
Continua na próxima semana
América
sábado, 2 de junho de 2012
No intervalo: Unforgattable
domingo, 25 de março de 2012
No intervalo: Duas boas séries


Homeland é uma série bastante séria e ao mesmo tempo desconcertante. Vale ver do início ao fim.
São apenas 12 episódios, mas vale a pena verificar. Ela chamou atenção quando em uma entrevista Obama informou que a assistia.
A outra é Luck , produção da HBO, tendo como protagonista Dustin Hoffman. Embora não seja minha praia, os bastidores de corridas de cavalos, um drama paralelo diretamente ligado ao protagonista obriga a ver e seguir em frente para ver o que aconteceu no passado e agora.
sábado, 7 de janeiro de 2012
No intervalo: Unforgatable e Body of proof

Os canais de séries vêm anunciando a estréia de Unforgatable e a segunda temporada de Body of proof.
São duas séries protagonizadas por mulheres, mas nada de grande originalidade. A safra de policiais está em baixa, e quando as personagens principais são mulheres a vida íntima sempre vem atrás. Interessante que não acontece o mesmo com as séries protagonizadas por homens. Aparece de vez em quando uma informação, mas não é uma constante como em Body of proof. Ainda bem que a filha (ela é divorciada) já é adolescente. Série palatável
Unforgatable tenta ser mais séria, colocar o foco nos crimes e não na vida privada da personagem. Vestida e calçada como policial (sem aquele frisson das mulheres de Sexy and the city) e mais voltado para mulheres que trabalham em lugares fechados como em Criminal minds, CSI:Las Vegas, Law & order: SVU e os excelentes seriados hards como Damages e Homeland. Espero que Unforgatable e sua fórmula tenham vida longa e não busquem uma platéia que deseja apenas um momento de fuga do cotidiano e diversão.
Por enquanto é só. Vamos suspender os comentários até a terceira semana de janeiro.
Agora temos essa nos canais pagos do Brasil. Não se devia pagar o meado de dezembro e o principio de janeiro, pois só temos repetições. A Sky e outras acham que todas as pessoas tiram férias neste período e pior viajam!!! E quem fica (que é a maioria) não tem a continuação dos seriados! Começam capengando em janeiro, logo vem o carnaval e só engrenam os episódios a partir de março!!! Um gap enorme em relação aos canais norteamericanos. Era melhor que eles colocassem neste período as séries de verão dos EEUU.
América
sábado, 31 de dezembro de 2011
No intervalo: Policiais para todas as familias
Já tem algum tempo que filho ou filha de policial torna-se policial. Parece até que há uma criação de linhagem. Não tenho idéia porque a profissão do pai os torna ligados à lei. Seja como policiais, detetives ou mesmo promotores. No entanto, agora temos a vida de familia desses policiais, formadas em geral por 3 gerações. Do avó, do pai, dos filhos adultos e que provavelmente vão se repetir nos netos. E não são apenas os homens que são policiais, mas também as mulheres (estas são advogadas que exercem funções na promotoria ou na corregedoria).
Assim temos no momento, Blue Bloods,2010 (segunda temporada) e Against the wall,2011 (estréia). São séries policiais (?) mais voltadas para as peripécias familiares e íntimas (do que mesmo os crimes) que são resolvidas em belos jantares em torno do mais velho, o patriarca. A hierarquia policial também se reflete na família ou vice-versa. A primeira trama está sempre em torno dos membros da família, mesma que tenha um toque de investigação. Em Blue Bloods só a partir do episódio 209, as ações investigativas são externas aos membros da família. É muito família para meu gosto.
E porque focar os membros da força policial como sendo cordatos e amorosos com seus filhos, que são obedientes aos pais? É falta de imaginação (o que reina agora em dramas adultos) ou falta mesmo de assunto para esse tipo de gênero? Pode-se classificar como séries policiais? O primeiro é classificado pelo IMDb como crime e drama, o segundo apenas como drama. Against the wall é criado por Annie Brunner e Blue Bloods por Mitchell Burgess e Robin Green. Ambos apresentam lautos jantares com toda a família reunida. Diferenças? Há, em Against the wall o foco da ação está direto na irmã mais moça que "trai" a família ao trabalhar na "odiada" corregedoria. Tanto ela quanto sua parceira(que está grávida) mostram-se mais "humanas", mais dedicadas a esclarecer os fatos. No entanto, são duas séries que nada acrescentam, são "policiais" palatáveis e domesticados. Que será que teremos de novo no horizonte do gênero?
domingo, 23 de outubro de 2011
Mais intervalo, enquanto elas não vêm...
Ontem acabei de ver uma série que pensei que seria boa: Against the wall, da Lifetime. Embora escrito por uma mulher, a série, como Blue Blood, trata de mais uma família de policiais, na qual a filha tem um cargo mais importante na engrenagem do que os filhos. Em Blue Blood, ela é promotora, nessa ultima ela é investigadora mas do departamento judicial que investiga os policiais.
A série é criada por Annie Brunner que escreveu uma boa série chamada Huff, que também insistia na família, mas havia a trajetória do médico terapeuta, ilhado pelos desejos da mãe, de um irmão esquizofrênico, uma esposa adulta e um filho adolescente, mas adultíssimo em atitudes. Mas era muito séria para durar e ter público.
A mistura família e investigações na série atual não me parece uma escolha acertada, pois ela se torna mais familiar do que mesmo voltada a procedimentos investigativos. E há ainda essa história da família estar no centro, ser católica, e não haver nenhum segredo. Todos são amorosos, todos são concordantes e embora marmanjos, bem adultos, vivem em torno do pai e da mãe. Não entendo porque as séries estão investindo tanto na família tradicional. Será que vocês sabem? Me expliquem.
América
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
No intervalo
Bem, algumas comédias bobas para a grande audiência PAM AM e Up all Night entre outras para um publico jovem. Finalmente, o que me chama a a tenção é um retorno no tempo: anos 50/60. As mulheres todas bonitinhas prontas para casar e os homens, corajosos prontos para a ação. Portanto, voltamos a um mundo muito ultrapassado: ação ou romance.
É só escolher.
América
domingo, 2 de outubro de 2011
No intervalo
Analisando o todo, percebe-se que o spinn-off é mais macabro e estéticamente mais sombrio. traz mais a idéia de que as trevas são mais fortes do que as luzes (palavras que muitas vezes e de muitas maneiras aparecem nos episódios).
Mas quero chamar atenção das duas mulheres: Beth Grifith ( mais de 40 anos)a mais velha, bastante inteligente e concentrada, morena, sem as "roupitas" e "saltões" atuais das agentes secretas mas que tem uma capacidade enorme de chegar perto do perfil do assassino e talvez por isso mesmo, trabalhando em equipes masculinas, seus insights não tinham, até então, sido respeitados, tanto que ela tinha "rolado" de equipe em equipe até chegar a Ceclular vermelha. Aí ela é respetiada e faz parte do suporte do chefe, Sam Cooper.
A outra é bem mais jovem e ainda está em desafio com o chefe e o pai,se ela é realmente boa ou não como agente. Embora esteja no final da faixa dos vinte anos, sua atuação só passa a ser bem marcada nos ultimos 3 episódios. Gina LaSalle mostra-se excelente e convincente como a protetora da menina da máscara azul.
O suspense da temporada fica para o final, quando Beth é raptada. Teremos a continuação?
Acho a série bem mais sombria que Criminal minds, mas tem gente que goste. Dexter não vai à 5a temporada?
sábado, 24 de setembro de 2011
NO INTERVALO II
Realmente, hoje fique alegre. Começam a chegar temporadas da Fall season e algumas prometem:
The protector parece-me ótima, no que diz respeito a uma polcial , mãoe solteira, com dois filhos pequenos. A narrativa é boa, mas ela não tem problemas com os filhos, não tem que deixar com uma babá, nem creches, nem nada. Justamente, ela tem um irmão, digo irmão, desempregado que a ajuda.
É assim que as séries vão tratar as mãos e as divorciadas? Alguém tem que cuidar dos filhos e então invertem-se os papéis? Dirão que não, pois ele é um irmão. Mas será que é o homem, quase sempre desempregado, que se torna babá para a mulher ter uma carreira?
Isso vem acontecendo em algumas séries.
Acho um desrespeito à mulher, porque retiram a dupla ou tripla jornada. Se querem realismo, tentem tratar da dupla jornada!
Não querem realismo e porque não retratam isso?
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
No intervalo: DAMAGES
Sua narrativa é complexa, porque há cortes de tempo e sempre as cenas finais são aquelas que primeiro aparecem no episódio 1. Coisa como quebra-cabeças.
A personagem central é uma advogada que, por mais que a queiram representar como durona, insensível, e que usa de todos os métodos nefastos para ganhar uma grande causa, acho-a com bastante ética com relação aos seus alvos.
A terceira temporada está acabando aqui e começo a ver a quarta temporada.É bastante interessante o tema, pois trata dos mercenarios que rondam a guerra (invencível) do Afganistão.
Mas soube hoje pelo site do TV Magazine que a série foi cancelada!!! E por que?
Será que não havia audiência no verão norteamericano?
Será que não havia anunciantes?
Séries bem feitas e que tratam assuntos concretos incomodam a audiência?
È desolador, quando séries ou sitcom bem superficiais vencem e passam anos e muitas temporadas.
As séries podem ser mais sérias, pois ainda há pessoas de gerações mais velhas do que 30 anos, que não pensam só em abrir a boca e rir
E seja feliz, filmes e series todas bobas é que fazem sucesso e por aí vão passando preconceitos e mais preconceitos. Chega de tanta bobagem.
quarta-feira, 30 de março de 2011
No intervalo 1217 PURSUIT

América
Alicia é uma jornalista de televisão que se preocupa com jovens que são seduzidas por homens mais velhos. Nas horas vagas, ela caça predadores de menores também, fazendo o serviço da polícia. Mas tem uma causa: sua irmã foi sequestrada 25 anos atrás e ela quer pegar o predador assassino. No momento ela está sendo ameaçada , mas não cede. Sua amiga Sonya ( a promotora que se apresentou bebeda na temporada passada, é sua amiga e foi seu primeiro caso não encerrado) Por conviver com Alicia e a mãe dela, que nunca deixaram de procurar a filha Vanessa, Sonya passou a beber. (Estória que agora encerra a trajetória de Sonya como promotora da SVU). Sonya foi morta pelo predador, mas Olivia e Elliot conseguem pegá-lo, fazendo Alícia de isca.
Embora seja um episódio muito forte, e até tenha um pouco de suspense, achei muito bom. E as mulheres dominaram a ação para pegar o predador: Olivia, Alicia e Sonia. Elliot só aparece no final pois estava em treinamento fora da cidade.
Quem não assistiu ainda esse episódio de Law & Order: SVU tem uma chance de assistir no domingo. Excelente episódio.
quarta-feira, 2 de março de 2011
No intervalo: enfim estreias no canal AXN


As séries norteamericanas que passam pelo AXN estão voltando depois do Carval. Lá já está termiando. Aqui querem adequar ao período escolar?
Como fã DOS SERIADOS, não gostei dessa adequação.
Mas vamos ao canal de séries adultas e policiais
Segunda: 14 De Março
22H: Criminal Minds 6ª Temporada (saiu JJ)
Terça: 15 De Março
21H: Covert Affairs 1ª Temporada
Quarta: 16 De Março
21H: CSI: Miami 9ª Temporada
22H: Castle: 3ª Temporada
Quinta: 17 De Março
21H: CSI: New York 7ª Temporada (mudança de parceria)
22H: Detroit 1-8-7 1ª Temporada
Domingo: 20 De Março
20H: Breaking Bad 3ª Temporada
21H: Damages 3ª Temporada (é excelente série)
22H: NCIS 8ª Temporada
CSI Será Exibido Agora No Sony e Estréia No Dia 4 De Abril, Segunda, Ás 21H.
Dados retirados da TVMagazine
Eve
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
No intervalo: Globo de Ouro
GLOBO DE OURO (ontem)
Séries
Melhor Série de TV de Drama
Boardwalk Empire
Melhor Atriz de Série de TV de Drama
Katie Segal (Sons of Anarchy)
Melhor Ator de Série de TV de Drama
Steve Buscemi (Boardwalk Empire)
Melhor Série de TV de Comédia ou Musical
Glee
Melhor Atriz em Série de TV de Comédia ou Musical
Laura Linney (The Big C)
Melhor Ator em Série de TV de Comédia ou Musical
Jim Parsons (The Big Bang Theory)
Melhor Minissérie ou Filme para TV
Carlos
Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV
Claire Danes (Temple Grandin)
Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV
Al Pacino (You Don’t Know Jack)
Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV
Jane Lynch (Glee)
Melhor Ator Coadjuvante em série de TV
Chris Colfer (Glee)
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Castle chega à terceira temporada (2010-2011)
É diversão para todos. E ainda tem aquele potencial par romantico que não ata nem desata. Todos muito bonitos, todos muito bem trajados, cenários ótimos, de ricos e até não está de todo mal a chefatura de polícia.
mas apesar de tudo, é uma boa série, da leva de transição entre a reflexão e a dramédia, mais leve.
sábado, 8 de maio de 2010
The closer, 410 - Bomba-relógio.
Hoje, revendo o episódio, creio que os roteiristas chegaram ao máximo de comicidade, mas também de desqualificação da subchefe Brenda. Sua tenacidade em buscar provas em um pequeno apartamento tragado por uma bomba, levou Gabriel, seu auxiliar imediato, a carrega-la como um fardo da cena do crime. Foi cômico, mas também deplorável. Essa nova mulher contemporânea está desestabilizando os perfis de mulheres dos anos noventa. Brenda passa por situações parecidas ou iguais a Bridget Jones, como sua herdeira direta. Apesar da série parecer um divertimento apenas, tem mais entrelinhas do que parece. América
terça-feira, 13 de abril de 2010
No intervalo

O episódio desta segunda-feira, 12 de abril, evidencia a personagem Emily Prentiss (Paget Brewster) que, no depoimento de uma fã, em um blog, estava ficando muito em segundo plano, tendo seu potencial pouco explorado. No episódio, que começa já a partir da prisão de criminoso, ela fica responsável pelo transporte deste junto com um outro agente e, no caminho, há um acidente provocado por um possível parceiro do preso. Emily tem uma atuação que ratifica seu perfil: uma mulher forte, decidida e inteligente. Mesmo ferida, ela sai do carro, tentando atingir os fugitivos, atirando e mesmo no hospital para onde é levada, depois do acidente, ela insiste em continuar no caso, tendo, inclusive, participação fundamental na solução do problema. O suposto parceiro era, na verdade, um policial, que estava sendo chantageado pelo criminoso, que havia sequestrado sua esposa e filhos. O bandido é preso, mas a equipe precisa encontrar a família do policial e Emily será muito importante, nessa busca. Ela mata o criminoso e o policial desespera-se, porque somente ele sabe onde estão sua esposa e filhos. Mas a equipe descobre e o episódio tem um final positivo.(India)

