terça-feira, 13 de abril de 2010

No intervalo


O episódio desta segunda-feira, 12 de abril, evidencia a personagem Emily Prentiss (Paget Brewster) que, no depoimento de uma fã, em um blog, estava ficando muito em segundo plano, tendo seu potencial pouco explorado. No episódio, que começa já a partir da prisão de criminoso, ela fica responsável pelo transporte deste junto com um outro agente e, no caminho, há um acidente provocado por um possível parceiro do preso. Emily tem uma atuação que ratifica seu perfil: uma mulher forte, decidida e inteligente. Mesmo ferida, ela sai do carro, tentando atingir os fugitivos, atirando e mesmo no hospital para onde é levada, depois do acidente, ela insiste em continuar no caso, tendo, inclusive, participação fundamental na solução do problema. O suposto parceiro era, na verdade, um policial, que estava sendo chantageado pelo criminoso, que havia sequestrado sua esposa e filhos. O bandido é preso, mas a equipe precisa encontrar a família do policial e Emily será muito importante, nessa busca. Ela mata o criminoso e o policial desespera-se, porque somente ele sabe onde estão sua esposa e filhos. Mas a equipe descobre e o episódio tem um final positivo.(India)

No intervalo

Castle é uma série que está fazendo sucesso. Embora seja do gênero investigativo, ela segue a leva nova que mistura bom humor com investigação de crimes. No episódio da semana passada o tema foi operação plásticas. Na realidade, aparece uma crítica a essas intervenções, como nos apresenta a senhora que tem o rosto já deformado mas insiste em fazer mais algumas operações. A estória secundária trata do primeiro baile da filha do escritor e como ele deve atemorizar o menino, seguindo a tradição. A cena é uma caricatura do terror que deve infundir o pai no futuro potencial namorado da filha, mas é a intervenção das duas mulheres (a filha e a mãe) que intervêm e tudo se torna normal. Interessante registrar de um lado, a obsessão pela juventude da mulher, por outro, a desconstrução da tradicional cena de ritual de passagem da adolescente – seu primeiro baile. (America)

terça-feira, 6 de abril de 2010

No intervalo

As séries policiais investigativas, produzidas a partir de 2005, como Life (cancelada na segunda temporada) The mentalist e a atual Castle embaralham gêneros. Continua a linha investigativa, mas a comédia, o humor se avoluma. Por outro lado, retorna a figura do protagonista masculino e é ele que detém o poder e o foco. Ele é um sedutor, carismático, colocando suas "parceiras" (que são sempre dos quadros da polícia)acompanhando suas peripécias. Tal configuração está adequada ao contexto financeiro e também à representação da mulher depois de Sex and the city? (América)

ENTRE-LINHAS

De citações e de olhares sobre a narrativa

Vou comentar hoje dois episódios de duas séries investigativas, que se opõem como o crime é tratado. NCIS sempre enfocando o humor entre os componentes da equipe, sempre remete a situações que lembram filmes (citados explicitamente por Tony, principalmente) Criminal minds não tem nada de hilário e os últimos episódios estão cada vez mais sombrios. No entanto, o seqüestro e a morte da mulher de Hotchner tornou-se em um espetáculo de narrativa. A trama poderia levar a um episódio melodrático, mas a escolha de narrar pelos depoimentos dos componente da equipe, livrou o capítulo de cenas emocionais demais, embora o escuro, o sombrio da atmosfera próprios do ritmo da série tenham sido preservados. A contensão de emoções, a tensão não deixou cair no melodrama.
Vontando a NCIS o episódio (Power down) é delicioso pois o mundo em que a equipe vive inundado de tecnologia fica inoperante por falta de energia. Assim, os componentes jovens que vivem movidos a baterias e energia (rádios, ipods, computadores e telefones sem fio) comentam entre si a dificuldade de se fazer uma investigação. No entanto, tanto o chefe Gibbs, o legista Dr Mallard e a nerd dark Abby conseguem adaptar-se à falta de suas ferramentas tecnológicas e procedem a suas investigações. O risível fica com Gibbs que começa a retirar aparelhos obsoletos de sua maleta, aparelhos que ele operava antes dos anos noventa. E Abby consegue mostrar como sua personagem é inteligente, versátil e vive entre os vários nichos culturais. E passamos a assistir uma investigação à moda antiga, com pouca tecnologia e muito mais raciocínio e dedução. Lembrou-me os policiais investigativos das décadas de oitenta, noventa. Delicioso humour. Ao fim e ao cabo, quando volta a energia e a equipe cai no delírio, Gibbs desliga seu computador. (América)

quinta-feira, 25 de março de 2010

ENTRE-LINHAS

CSI: um personagem em busca do ninho
O crossover entre os 3 CSIs em matéria de trama foi ótimo. Mas falando em cruzamento das equipes técnicas e insvestigativas ficou a desejar. Já houve outros episódios cruzados, em temporadas passadas, mas acontece que nesse só Dr. Ray, um técnico do terceiro escalão aparece tanto em Miami quanto em Nova York. Mas se ele não é o chefe da equipe, como era Grisson, e como ele tem muito menos tempo do que os outros, porque ele?
A justificativa não foi boa. Ele ter que dar notícias de uma moça desaparecida (ou morta) à mãe. E ainda a moça estava apenas se escondendo... Acho que estamos vendo os derradeiros dias de CSI: Las Vegas.(America)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

No intervalo:SVU

Episódio 9 – Pervertidos
Olívia em apuros. O episódio tem tensão dramática desde o principio quando aparece o cartão de Olívia na mão do morto. E algumas elementos são colocados de maneira ambígua para criar maior tensão: Olívia em casa, o carro, a descoberta final do ex-presidiário envolvido com estupro e sua vingança. Perde em tensão a cena de confronto de Olívia e do presidiário vingador. Ele assumiu tantos disfarces e gastou tanto dinheiro para começar um diálogo apenas sobre uma frase que ela disse? A idéia de que se pode fabricar DNA de alguém pairou como o maior assombro e ameaça para a polícia. Olívia estava impecável até esta cena e toda a equipe que se envolve para livrá-la, não acreditando no indício mais forte. Interessante que existe essa possibilidade de reproduzir ou alterar o DNA de uma pessoa. Para mim seria uma ficação, mas pesquisando na rede achei este site entre outros. (http://scienceblogs.com.br/rnam/2009/08/em_um_crime_o_dna_tambem_pode.php)
Incrível como atualmente a gente perde a certeza das verdades!!! (América)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Em cena

CSI iniciou a temporada como sempre. Um episódio bem elaborado, oferecendo todo o encanto que dá prazer aos seus fãs. A cena inicial de quase 3 minutos, capturando as imagens em movimento é excelente e no contexto do episódio ela não dura mais do que um minuto.(América)

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